sábado, 17 de abril de 2010

Todo Fim é um novo começo

Olá aqui quem fala é o Mário,Talvez vocês façam aquela famosa pergunta,_Que Mário?,ao que eu vou responder,_ um das pessoas que começaram nesse grupo e blog de filofofia,sai ano passado da escola aurelina com muitas duvidas,mais uma certeza de que queria fazer filofia! não para responder todas as questões da vida,mais pelo menos protestar contra tudo aquilo que eu acho incorreto ou duvido,para ter o que tanto falamos no ano passado Senso critico! ou se preferirem bom senso ou qualquer coisa que não seja senso comum,não seja mais um na multidão!,porque eu não fui,enquanto não se espera muito de um adolescente que acaba de sair de uma escola estadual,aonde houve greve dos professores,gripe suína,e eu por alguns problemas faltei muito,problemas como trabalhar muito e estudar, eu estou escrevendo isso para vocês da Universidade Estadual Paulista,Unesp e estou fazendo o curso de filosofia a duas semanas,eu que ano passado estava no lugar de vocês alunos do aurelina,algumas vezes chuvendo muito e eu a Ruana a Prof* Iêda na biblioteca uma grande barulho e a chuva caindo lá fora, mas a Prof* se esforçam para discutir textos filosoficos com agente,e eu estou aqui para dizer isto se você tem um sonho siga-o,seja qual for, fazer filosofia em uma estadual,ciências sociais em uma federal do Rio(parabens Ruana) siga-o por que na maioria das vezes o resultado do seu sonho vai sair do seu empenho,ou do empenho de uma querida e bonita prof de filosofia(obrigado por tudo Iêda), mas nunca desista, Aqui quem falou foi o Mário aquele, Mário ex aluno de filosofia da Iêda e da aurelina atual aluno da Unesp,deixo aqui meu auxilio todos aqueles que quiserem dicas sobre vestibulares,duvidas em textos filosoficos,interesses de como é diferente uma Universidade de uma escola,deixem um comentario nessa postagem e eu postarei novamente, mas se não vocês tem sempre a prof Iêda ai do lado sempre muito disposta a ajudar,beijos e abraços a todos

terça-feira, 13 de abril de 2010


Platão : Qual a dimensão do Real?

Nosso primeiro encontro teve como tema principal a divisão de mundos possiveis segundo o filósofo grego Platão.
Mundo sensível em oposiçao ao Mundo das Ideias. Qual seria o mundo real?
Para Platão, a realidade não pode estar no mundo sensivel, de coisas pereciveis, de opiniões passageiras e relativas. Nesse caso cairiamos na mesma posição dos sofistas, para os quais a verdade é relativa.

- Vocês concordam com essa pósição dos sofistas?

Para Platão a realidade só pode ser alcançada através de um esforço do pensamento, na busca pelas IDÉIAS perfeitas, eternas e imutáveis. Idéias tão bem difundidas pelo seu mestre Sócrates, que morre em nome desses ideais de Justiça, de Bem, de Beleza. É interessante tambem a relaçao estabelecida entre todo o episódio tragico da morte de seu mestre, com o mito da caverna, descrito em seu livro "A República".

Todos devem concordar que almejamos a perfeição em nossos atos, em nossas escolhas, em nossas tarefas cotidianas. E a resposta que obtivemos foi a de que existe um processo evolutivo no qual aparentemente buscamos algo até alcançar a perfeição.
Mas, como somos seres imperfeitos, cópias imperfeitas das Ideias, sempre estamos insatisfeitos, e desejamos novamente algo que nos complemente e traga a perfeição. Eis nosso destino, ruminar, incessantemente em busca desses ideais, e ao alcançarmos nosso devido fim, almejarmos outro e mais outro ideal...

quinta-feira, 25 de março de 2010

café filosófico

Cronograma para mês de abril:

Tema do mês: "Ser ou Não Ser? Uma questão abstrata ou cotidiana?"

06/04: a questão da identidade e da alteridade, textos de Platão, Nietzsche e Fernando Pessoa. A interpretação do enigma humano: o "conhece-te a ti mesmo".

13/04: leitura de "A República"- Platão, para debater sobre o ideal humano. Paralelo ao texto de Gurdjieff, sobre a tripartição da alma humana.

20/04: questionar o que é a realidade, leituras de textos de fragmento de Heráclito e Parmênides.

27/04: exibição do filme "Matrix".

sábado, 13 de março de 2010

Projeto de 2010: "CAFÉ FILOSÓFICO"

Ola caros alunos do Aurelina!

Gostaria de primeiramente dar-lhes as boas vindas nesse ano novo, ao nosso projeto que esse ano irá se alastrar, e expandir através das exibições de cinema na escola.

Entao acho que para começar nada melhor do que colocar em pauta o velho questionamento filosófico, que trabalho insistentemente com vocês: "quem sou eu", ou nas palavras de Sócrates: "Conhece-te a ti mesmo".

O nosso projeto esta disponivel aqui nesse blog para quem quiser saber um pouco mais dos nossos propósitos e tambem para poder se programar melhor.

A partir de abril, todas as terças feiras as 15h.


Espero por vocês!

Abraços!

Profª Ieda Terra

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O fardo da existência



Ex-sistere. Existir. Existencialismo.


O homem é responsável por si e não há vontade divina que controle seu rumo.


É exatamente isso que a corrente filosófica existencialismo prega: cada um tem o fardo da responsabilidade por si e pelo mundo à sua volta.


Quando me dei conta de que tudo o que vivo é conduzido por minhas próprias mãos me senti angustiado, insatisfeito com quem sou...


Desejei ser Fernando Pessoa: com a sua inadequação pra seu mundo e seus heterônimos modernistas: "Não sou nada.Nunca serei nada.Não posso querer ser nada.À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo."


Tento me encaixar em outros e fugir para outro lugar. Me reconstruo aos poucos, da insatisfação que tenho vivido e da irracionalidade que assisto diariamente.


É doloroso demais! É um fardo pesado pra que eu carregue!


O mundo gira numa corrida alucinada para lugar algum. A tecnologia avança mas não resolve questões mínimas. A alienação é feita de Pão e circo.


Quero ser outro.


Penso em voltar à escuridão da caverna, novamente me acorrentar e assistir às sombras do mundo das idéias.


Mas é tarde.


Tudo está em minhas mãos, sou um joguete obrigado ao livre arbítrio.


Estou condenado a ser livre.

Ruana Castro

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Existencialismo

Existencialiasmo,um assunto tão complexo mais ao mesmo tempo tão... interessante,e foi sobre esse assunto mesmo que conversamos,no nosso encontro no grupo de filosofia,assunto que nos faz refletir muito,pois a primeira coisa que devemos pensar quando falamos de existencialismo é: quem sou eu?,ou aonde eu estou nisso tudo?,e eu tenho quase certeza que pelo menos uma vez essa pergunta se passou na cabeça de todo mundo,falo pelo menos uma vez sendo modesto,porque no mundo em que vivemos,o mais difícil e nos entendermos,como diz o nome do blog(aliás muito bem dado pela nossa professora Ieda),"conhece-te a ti mesmo",então nada mais normal do que nos perguntarmos que nos somos?.
_Fiz uma pergunta a quem estava no grupo e repasso ao querido leitor,quantas vezes você não acordou com o peso da existencia?,pensando nessas varias perguntas das quais falei antes,porque realmente existir é muito pesado quando você é consciente,quando você sabe que enquanto você está na frente do computador,em algum lugar no mundo,ou até mesmo no seu país ou quem sabe na sua rua tem alguem passando fome,aí você tem consciência,e se faz perguntas, tais como:a vida é justa?,por que aquela pessoa passa fome?,entre outras,e nesse momento bate um peso um dorzinha lá no fundo, e isso que eu chamo de peso da existencia,um pequeno exemplo de consiência de existir.
_Mas ainda sim existencia é um pouco mais complexo,mas deixo aqui minha humilde opinião agradeço a todos do grupo e a todos que frequentam esse espaço,e lembrem-se,conheça-te a ti mesmo(subexista),abraço até a proxima.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

“O Banquete” de Platão

No encontro do dia 03/11/2009, fizemos a leitura de um celebre texto filosófico, “O Banquete” de Platão.

Nesse texto, o autor questiona o significado do amor e da beleza.


Para encontrar o sentido do amor, Platão faz referencias ao mito do nascimento do deus Eros, concebido no dia do nascimento de Afrodite (a deusa da beleza). Tendo como pais a dicotômica relação entre o deus Poros (beleza, astúcia, sabedoria) e da deusa Penúria (necessidade, angustia, incompletude), Eros é o deus que corporifica esses sentimentos ambíguos.

O amor, tal como Eros, possui esses dois lados. Se por hora somos correspondidos quando amamos alguém, imediatamente nos tornamos como Poros, o pai de Eros. Possuímos assim a mais tenra sabedoria, e sabemos como ninguém a astúcia para conquistar a pessoa amada.

Ao contrario, se nosso amor não é correspondido, tornamo-nos como a deusa Penúria, cheios de lastimas e amargura, como que a mendigar o amor de alguém que não nos quer.

A relação entre o amor e a beleza foi o enfoque de nossa discussão durante a leitura. Amamos aquilo que é belo. Acima de qualquer duvida, buscamos a beleza em nossas ações, em nossas escolhas.

Mas, para alem da beleza física, Platão nos propõe um modelo de beleza ideal. A beleza concebida como algo divino. A beleza que não se restringe a um único individuo amado, à uma única obra de arte, a um único pôr do sol. Mas sim a beleza vista como um todo, um absoluto que permeia todas as coisas do universo. Até a contemplação das idéias perfeitas e abstratas sobre a beleza.


Questiono aos meus alunos:

O que é a beleza para vocês? Porque vocês podem dizer que uma pessoa ou uma obra de arte é bela? E quando isso acontece, qual é o critério da beleza?

Vocês concordam com Platão, ao afirmar que a beleza é algo abstrato, universal e divino? E que, portanto somos mesquinhos ao amar e admirar apenas a beleza física de uma pessoa?

E quanto ao mito de Eros, vocês concordam que o amor possui esses dois lados diferentes? Ou seja, ora somos sábios, ora ignorantes ao amar alguém?


Reflitam...